Pílulas da minha vida II
Minha família é uma família de mulheres. Minha mãe, mais uma irmã (apenas o caçula dos três Filhos é homem!) Mas, mesmo assim, muito do que carrego comigo, em meu cotidiano, veio de meu pai. A paixão por crianças e a cara de pau de brincar com qualquer uma na rua; as piadas sem graça com o objetivo de "testar o humor" dos outros; o hábito de não presentear em datas específicas e, de maneira absolutamente extemporânea, comprar um belo presente ou comprar tomates na feira porque lembrou que o amigo adora tomates e aqueles eram os melhores. Certamente, Carrego alguns defeitos dele também e tento não carregar outros.
Mas, a grande lição de meu pai foi o idealismo com que construiu sua vida. Viver aquilo que acreditamos. Meu pai é um tipo que sempre busca ficar atento às necessidades das pessoas. Ou que senta-se no
chão nas ruas para brincar os cachorros de rua. Ou que mesmo com muito trabalho, tirava um tempo para ajudar os filhos até na lição de casa do colégio.
Ele acredita em mundo melhor. E me ensinou a lutar para construí-lo.
Ele é um dos culpados por minha rebeldia. Transformei em militância aquilo que ele vive dentro de casa.
Mas, a grande lição de meu pai foi o idealismo com que construiu sua vida. Viver aquilo que acreditamos. Meu pai é um tipo que sempre busca ficar atento às necessidades das pessoas. Ou que senta-se no
chão nas ruas para brincar os cachorros de rua. Ou que mesmo com muito trabalho, tirava um tempo para ajudar os filhos até na lição de casa do colégio.
Ele acredita em mundo melhor. E me ensinou a lutar para construí-lo.
Ele é um dos culpados por minha rebeldia. Transformei em militância aquilo que ele vive dentro de casa.

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